Rui

Profile page

About Afrochamber

  • Email: marcelo@vetix.com.br
  • Nice Name: afrochamber
  • Website:
  • Registered On :2018-02-26 11:06:43
  • Logged in as: Afrochamber

Afrochamber Posts

O anúncio feito por Mswati III foi durante as comemorações do 50º Aniversário da Independência.

Presidenta de Taiwán Tsai Ing-wen com o Rei de eSwatini, Mswati III

O rei Mswati III anunciou em 18 de abril que o reino de Suazilândia mudaria seu nome para Reino de eSwatini. A mudança reflete o desejo de banir os vestígios do passado colonial,  bem como a preocupação do monarca com a confusão do nome do país em inglês, “Swaziland” (Suazilândia) , que muito se assemelha a “Switzerland” (Suiça).

O Rei da eSwatini fez o anúncio em um estádio na cidade de Manzini, a 40 quilômetros a leste da capital Mbabane, como parte das comemorações do 50º Aniversário da Independência do país em 6 de setembro de 1968, na época colonizado pelo Reino Unido da Grã-Bretanha e Irlanda do Norte.

O eSwatini é um dos países mais peculiares da África e do mundo. Entre suas características particulares está o fato de ser uma das únicas Monarquias Absolutas que ainda existem entre os países da ONU e é Mswati III quem toma todas as decisões apesar de ter um parlamento democrático, limitado a debater decisões do governo e aconselhar para o rei. É também um dos 20 países que oficialmente reconhecem Taiwan e mantém relações diplomáticas diretas com este País. A Presidenta taiwanesa, Tsai Ing-wen, visitou a eSwatini no mesmo dia em que Mswati III fez o anúncio da mudança de nome. O fato de manter relações diplomáticas com Taiwan implica automaticamente o rompimento das relações diplomáticas com a República Popular Democrática da China, que considera Taiwan uma parte inseparável de seu território.

No seu pequeno território de 17.362 km2 entre a África do Sul e Moçambique, a eSwatini dedica-se quase exclusivamente à Agricultura, principalmente Açúcar, Madeira, Citrinos e Algodão. Sua relação econômica com a África do Sul é muito próxima, já que este país recebe 85% de suas exportações e fornece eletricidade e turismo.

Zaire e Rhodesia

A República do Zaire existiu entre 1971 e 1997 no atual território da República Democrática do Congo, governado por Mobutu Sese Seko, que mudou todos os antigis nomes do país para cortar com o legado colonial belga. Antes do Zaire, o nome do país era República do Congo-Leopoldville para diferenciá-lo do vizinho Congo-Brazeville. Leopoldville, em homenagem ao rei belga Leopoldo, mudou seu nome para Kinshasha durante o governo de Mobutu. Leopoldo, que usou a atual RDC como sua propriedade privada, realizou vários massacres contra  suava população civil.

Outro exemplo de mudança de nome é a Rodésia, batizada com o nome do político sul-africano Cecil Rhodes, promotor da colonização por fazendeiros brancos no atual Zimbábue. A Rodésia declarou unilateralmente sua independência da Grã-Bretanha em 1965, e tornou-se um regime segregacionista inspirado no modelo sul-africano do Apartheid. Ian Smith, Primeiro Ministro do país durante 14 anos, perdeu o poder nas mãos de partidos multirraciais no ano 1979. Nas eleições de 1980, Robert Mugabe ganhou as eleições e mudou o nome da Rodésia para o Zimbábue e da capital (Salisbury) para a atual Harare.

A AfroChamber – Câmara de Comércio Afro-Brasileira e a TABA – Turkish African Business Association realizaram reuniões e visitas técnicas à empresas de São Paulo focadas em comércio e negócios, promovendo o Quênia, um dos países líderes em expansão econômica e abertura aos investimentos estrangeiros na África.

A AfroChamber e a TABA realizaram ações conjuntas na cidade de São Paulo no início de abril, com o objetivo de estreitar o Intercâmbio Comercial com o Quênia, representado nesta ocasião pelo Family Bank. As Instituições que já somam mais de quatro anos de parceria, uniram-se novamente para a promoção do Continente Africano, desta vez no evento Africa Business Talks.

Da direita para esquerda, Rui Mucaje (Presidente AfroChamber), Fatih Akbulut (Presidente TABA), Serkan Gedik (Cônsul-Geral da Turquia em São Paulo) e Anthony Muriithi (Representante do Family Bank).

Africa Business Talks

Em 9 de abril, o Africa Business Talks – Fórum Trilateral Brasil-Quênia-Turquia, organizado pela TABA, em parceria com a AfroChamber, foi realizado no Hotel Slaviero, em São Paulo. O Fórum contou com a participação de Representantes Consulares, Câmaras de Comércio e uma delegação de empresários do Quênia e também do Brasil.

Fatik Akbulut, presidente da TABA, destacou em seu discurso que a conferência teve como objetivo estreitar as relações entre os três Países e integrar as cadeias de produção. Para ilustrar a situação, ele explicou como as Indústrias Holandesas de floricultura compram matérias-primas no Quênia e agregam valor em seu País.

Na mesma linha, Ricardo Latkani, vice-presidente da AfroChamber, incentivou os empresários presentes a trabalhar para essa integração da produção nas economias emergentes.

Ricardo Latkani, Vice-Presidente AfroChamber.

Quênia, o Centro Comercial da África Oriental

O País convidado a participar do evento Africa Business Talks é hoje uma das estrelas do crescimento econômico do Continente Africano, com um crescimento de 4,9% do PIB (2017, Banco Mundial), apoiado principalmente pelo setor Agrícola e da Infraestrutura. Neste período, o Quênia criou 897.000 novos empregos (64.000 a mais do que em 2016) e espera-se que até 2018 estes números permaneçam estáveis e não apenas nos setores mais fortes, mas também noutros, como a Educação e a Indústria Pesqueira.

Hoje, a Agricultura representa 75% da economia do País e é o setor que mais atrai investimentos para converter as matérias-primas em produtos de valor agregado. Desta forma, procura-se aumentar a taxa de crescimento e criar mais empregos. O Quênia é o terceiro maior produtor de Chá do mundo, atrás apenas de potências emergentes, como a Índia e a China, respectivamente.

A África hoje está em um processo de integração de suas economias, com a assinatura do maior acordo de livre comércio já conhecido. No Fórum Trilateral, a Cônsul Comercial da África do Sul em São Paulo, Excelentíssima Senhora Shanaaz Ebrahim, disse que “a African Continental Free Trade Area (AfCFTA) é uma oportunidade para o Continente” e que “o potencial em Recursos Naturais deve servir para agregar valor aos produtos”.

Shanaaz Ebrahim, Cônsul Comercial da África do Sul em São Paulo.

Visitas técnicas em São Paulo

Como parte das atividades da TABA no Brasil, a AfroChamber organizou Visitas Técnicas no Estado de São Paulo relacionadas ao Agronegócio e à Construção Civil. No dia 4 de abril, visitaram a Fazenda Modelo da Embrapa, em São Carlos, dedicada ao Confinamento de Gado Leiteiro. Eles continuaram a visita à fábrica da Pinhalense em Espírito Santo do Pinhal, que atua no setor de Tecnologia para Processamento de Grãos. Finalizaram em Mogi Guaçú, com um tour pela fábrica de Betoneiras da empresa SITI, do Grupo RCO.

No dia 11 de abril, membros da TABA, AfroChamber e da Delegação Comercial Queniana visitaram uma Fazenda de Grãos na cidade de Holambra e a fábrica da Astra em Jundiaí, dedicada à fabricação de itens para construção civil.

As visitas técnicas pelas diferentes indústrias do Estado de São Paulo contemplaram os setores que no País Africano estão em ascensão e em busca de Investimentos para converter as matérias-primas e agregar valor à Produção Nacional e foram feitas no âmbito da Parceria e Cooperação entre a TABA e a AfroChamber, com vista a estreitar os laços e a Integração Econômica com o Quênia.

Visita à Pinhalense, em Espírito Santo do Pinhal – SP.
Visita à Astra, em Jundiaí – SP.

A AfroChamber, em parceria com o Governo do Estado de Rondônia, representado pela SEDI – Superintendência Estadual de Desenvolvimento Econômico e Infraestrutura, concluíam há um mês a Missão Angola 2018, a fim de aproximar as empresas brasileiras das angolanas nos setores de Agricultura, Piscicultura, Construção Civil e do Comércio em geral.

O investimento público e privado em Angola, quer nacional como estrangeiro, está crescendo de modo significativo nos setores petrolífero, diamantífero, agricultura, pesca, indústria, bem como no das obras públicas, segundo os dados do Banco Central Angolano. A população de Angola é de 28 milhões de habitantes, número este que estimula o Produto Interno Bruto (PIB) do país que, em 2016, foi de U$D 90 bilhões. O Brasil, desde 2010, mantém parceria estratégica com este país. A balança comercial com o Brasil foi de U$D930 milhões em 2016. Assim, esse cenário possibilitou excelente oportunidade para negociações comerciais com Angola.

Durante os sete dias de missão, a delegação composta pelo Rui Mucaje (Presidente da AfroChamber), Alisângela Lima (Representante do Governo do Estado de Rondônia e da Rondônia Rural Show), Fábio Fraines (Executivo da Glassmaxi, empresa de construção civil no segmento de vidros), Hélio Imbrosio (Presidente do Polo Industrial de Natal e do Brasil Business) e o Marco Collela (CEO da Aquila Trade), visitou Luanda – capital da Angola – e a província do Bengo, com o objetivo de incentivar e fortalecer a parceria entre empresários brasileiros e setores econômicos e políticos do país, com foco em Construção Civil e Agricultura.

Foram realizadas as seguintes reuniões com instituições e entidades estatais angolanas:

  • Dia 19/03, fomos recebidos pelo Presidente do escritório Gameiro Associados, Doutor Luís Gameiro, em Luanda, sobre o campo jurídico angolano no quesito das instalações de Empresas Brasileiras e Leis Trabalhistas no País.
  • Dia 20/03, a reunião foi com Embaixador do Brasil em Angola, Excelentíssimo Senhor Paulino Franco, que analisou as perspectivas comerciais bilaterais.
  • Dia 21/03 a delegação reuniu-se com o Doutor Matos Cardoso, empresário angolano e ex-presidente da FIL (Feira Internacional de Luanda), e com o Doutor Raul Mateus, Presidente da ECODIMA (Associação de Empresas de Comércio e Distribuição Moderna de Angola). O primeiro nos explanou como investir em Angola hoje, e o segundo nos apresentou para seus associados, visando futuros negócios entre os empresários brasileiros e angolanos.
  • Dia 22/03, foi feita a visita na Província do Bengo, onde nossa delegação encontrou-se com o Vice-Governador, Excelentíssimo Doutor Domingos Guilherme. Os delegados discutiram as possibilidades de investimento na área agrícola e o potencial dos empresários brasileiros nesse setor.
  • Dia 23/03, foi o dia das últimas reuniões. A delegação reuniu-se com o Doutor José Gama Sala, diretor do gabinete de Estudos, Planejamento e Estatística do Ministério da Indústria de Angola. Ele destacou importantes questões sobre investimentos, novas leis do país e novos projetos. Os delegados também se reuniram na AIPEX (Agência de Investimento e Promoção das Exportações) e discutiram a nova Lei de Investimento Estrangeiro em Angola, bem como o cenário de investimento para as empresas brasileiras. E por fim, houve reunião com o Ministro de Comércio, Excelentíssimo Doutor Joffre Van-Dúnem Junior, que compartilhou conosco as mudanças no Governo de Angola, ressaltando a necessidade de atrair parceiros e investidores brasileiros.

A seguir, alguns depoimentos dos delegados da Missão Angola 2018:

“Em nossa avaliação a Missão foi muito positiva, pois nos possibilitou não só uma imersão cultural, mas também uma leitura de mercado que só mesmo uma visita in loco pode possibilitar. Todo o arranjo foi muito bem organizado e conduzido e os leads gerados foram de grande potencialidade. Já estamos em negociações com um grupo em Angola e esperamos em breve iniciar nossas operações no país”Fábio Fraines, Executivo da Glassmaxi.

“Penso que, Angola está passando por um período de transformação, não só em termos econômicos, mas também político e cultural. A missão foi importante, e positiva, para termos este sentimento “in loco”. Ouvi de diversos setores sobre a vontade de Angola de trilhar o caminho do desenvolvimento econômico, desejando investimentos para poderem se desenvolver cada vez mais. Esse clima fértil é muito bom, pois é uma motivação que contagia. Nós estamos muito otimistas com as perspectivas em Angola. No momento, temos feito contatos com alguns empresários Angolanos. O apoio da AfroChamber na aproximação das empresas tem sido muito importante para nós, já que é uma Instituição que está presente por longa data neste processo, e muito tem ajudado na interface de relacionamento entre as Nações, não só de Angola, mas também de outros países em África”Marco Collela, CEO da Áquila Trade.

A Missão Angola foi de grande sucesso para os delegados, bem como para a Câmara. Mais um grande passo para a potencialização de trocas comerciais entre o Brasil e Angola. Para aqueles que a perderam, a AfroChamber prevê outras missões comerciais para o segundo semestre de 2018. Por ora, nós muito agradecemos à recepção neste país tão singular e continuaremos trabalhando para que os laços comerciais entres esses países se fortaleçam cada vez mais.  

Segundo o banco nacional do país africano, a economia crescerá cerca de 4% este ano.

Banco de Cabo Verde

O Banco de Cabo Verde (BCV) informou ontem que o crescimento do país insular Africano será de cerca de 4% para este ano no seu Relatório de Política Monetária para o mês de abril. Esta revisão da expectativa de crescimento acompanha os dados de queda de 2,8% do desemprego que foi divulgado pelo Instituto Nacional de Estatística (INE) e situou-se em 11,8% em 2017.

De acordo com o relatório do BCV, a expectativa de crescimento para 2018 é baseada na “formação bruta de capital fixo”, que se traduzirá no “crescimento do investimento privado e público”. O investimento estatal pode ser financiadograças ao aumento da massa salarial, que é acompanhado por um aumento na arrecadação de impostos.

O comércio exterior de Cabo Verde permanecerá estável de acordo com as previsões do banco em consonância com os bons resultados de 2017.

Queda do desemprego

No mesmo sentido, o INE divulgou as estatísticas do desemprego para 2017 e registou uma queda de 2,8% em relação a 2016. O partido no poder, Movimenta para a Democracia, destacou os números como um “sinal da força do país” e que eles continuarão no caminho da criação de 45 mil empregos líquidos em toda a legislatura.

Para continuar o aumento do emprego, o Governo de Cabo Verde criou o Programa de Estágios Profissionais Empresariais  através do Instituto de Emprego e Formação Profissional. Essa medida busca inserir jovens no mercado de trabalho e oferecer facilidades fiscais às empresas que aderem. O programa está disponível para pessoas entre 18 e 35 anos e oferece estágios remunerados de no mínimo seis meses e no máximo um ano.

O Acordo entre o Bloco Regional Sul-Americano e o País Africano prevê a eliminação de tarifas e a padronização das normas sanitárias.

O Acordo de Livre Comércio entre o Mercosul (Argentina, Brasil, Paraguai e Uruguai) e a República Árabe do Egito já está em vigor e promete revitalizar as relações entre os países do bloco regional e o país africano. Entre os benefícios que trarão para os empresários de todos os países está a quebra de barreiras de tarifas e a homologação de normas sanitárias, a fim de promover um intercâmbio mais ágil e dinâmico.

Com a entrada em vigor, o tratado já eliminou 26% das tarifas cobradas pelo Mercosul e 31% das do Egito para alcançar progressivamente 99% e 97% em 10 anos, respectivamente. O Egito representa 20% das exportações brasileiras para a África (US $ 1,77 bilhão em 2016), principalmente em carne bovina, frango, milho e ferro. O Egito, por sua vez, exportou US$ 94 milhões para o Brasil em fertilizantes, combustíveis e azeitonas, entre outros itens.

O Acordo também prevê a padronização das normas sanitárias e fitossanitárias entre os países signatários, em conformidade com as disposições da OMC (Organização Mundial do Comércio) sobre a aplicação dessas medidas. Este ponto (artigo 16.º do Tratado) reforça a cooperação nos domínios da saúde vegetal e animal e da qualidade alimentar, em conformidade com a atual regulamentação internacional.

O Continente Africano está em um processo de integração regional das economias, o que resultaria a criação do maior bloco comercial, levando em consideração número de países adeptos (44 por enquanto). O African Continental Free Trade Agreement (AfCFTA), não só prevê a quebra de barreiras tarifárias, mas também há 27 países que negociam a livre mobilidade de seus cidadãos entre os países.

O Governo do Estado de Rondônia, representado pela SEDI – Superintendência Estadual de Desenvolvimento Econômico e Infraestrutura – e a AFROCHAMBER – Câmara de Comércio Afro-Brasileira – convidam para a Missão Angola 2018!

O investimento público e privado, quer nacional como estrangeiro, está crescendo de modo significativo nos setores petrolífero, diamantífero, agricultura, pesca, indústria, bem como no das obras públicas, segundo os dados do Banco Central Angolano. O Produto Interno Bruto (PIB) de Angola, em 2016, foi de U$D 90 bilhões. Em relação à reconstrução nacional, foi dada prioridade à construção de estradas, caminhos-de-ferro e portos, além de casas populares e aeroportos, para permitir a livre circulação de pessoas e bens. Foi também priorizada a construção de hospitais e escolas, para que a juventude possa melhorar os conhecimentos e atualizar-se no domínio das novas tecnologias. É importante destacar, nesse contexto, que a população de Angola é de 28 milhões de habitantes. O Brasil, desde 2010, mantém parceria estratégica com este país. A balança comercial com o Brasil foi de U$D930 milhões em 2016. Assim, esse cenário possibilita excelente oportunidade para negociações comerciais com Angola.

 

Inscreva-se para obter mais informações sobre a Missão Angola 2018.

http://afrochamber.org/site/wp-content/uploads/2018/02/AF-Missão-Angola-2018-FACE-VAGAS-LIMITADAS-1.png